O Legado de José Vicente Elias

José Vicente Elias (1937-2003), parnanguara da gema, é filho de Júlio Groth Elias e Anathália Rodrigues Elias e pai de Fabiano Vicente V. Elias, Alessandra Christina V. Elias e Juliano Vicente V. Elias.

Apaixonado por sua terra natal, foi criado nas ladeiras do centro histórico da cidade-mãe do Paraná e na Ilha do Mel, onde seu avô era faroleiro e prático da barra.

Formado em Direito pela Faculdade de Direito de Curitiba em 1968, é exemplo para a família, pois foi um vencedor mesmo tendo que precocemente largar os estudos aos 14 anos para ajudar no sustento da família. Seu primeiro emprego foi de empacotador nas Casas Pernambucanas.

Desde cedo aprendeu que a solidariedade, a fraternidade e o respeito ao próximo eram necessários para qualquer avanço em sociedade. Dona Nathália, como era carinhosamente chamada sua mãe, sempre foi exemplo de bondade e perseverança e essa lição foi repassada aos filhos.

Com os ensinamentos da vida, ingressou na política através da Juventude Democrata Cristã, pelas mãos de vários amigos, entre eles João Elísio Ferraz de Campos, Affonso Camargo e Jaime Canet Júnior.

Foi chefe de almoxarifado da Fundepar, Diretor Administrativo dos Portos de Paranaguá e Antonina, Prefeito de Paranaguá em dois mandatos não consecutivos (1977 – 1982 e 1989 – 1992), Superintendente dos Portos de Paranaguá e Antonina, Superintendente da SUDEPE/SUL – Superintendência do Departamento da Pesca para a região Sul, Superintendente da CONAB/Pr/SC – Companhia Nacional de Abastecimento para o Paraná e Santa Catarina, Assessor Parlamentar e Assessor de gabinete do Ministério dos Transportes e suplente de Deputado Federal.

Exerceu a boa política aproximadamente durante 40 anos e nunca teve suas administrações rejeitadas pelos Tribunais de Contas e órgãos fiscalizadores. Hoje seria reconhecido como político “Ficha Limpa”.

Sua vida pública foi marcada por ações voltadas a diminuir a desigualdade social, promover o crescimento e a geração de empregos através do fomento ao desenvolvimento, além de investir pesadamente em obras de infra estrutura e atendimento básico como água, esgoto, postos de saúde, educação em tempo integral, segurança e infra estrutura urbana.

Através de suas ações como administrador público, sua lealdade aos amigos e companheiros de lutas e pela forma com que tratava o povo, sempre recebendo a população de portas abertas em seu gabinete de trabalho e jamais negando atendimento a quem quer que fosse, fez surgir na cidade uma gama de seguidores que foram chamados de “Vicentinos”, compromissados com seus ideais.

O Vicentismo continua forte na cidade de Paranaguá, orfã de um prefeito com esse carinho popular, desde o seu assassinato em um assalto na cidade de Curitiba no dia 29 de Abril de 2003.

Seus diletos seguidores e amigos hoje encontram em seus filhos, Fabiano, Alessandra e Juliano, a senda do pai e que continuam fiéis a seus ensinamentos, promovendo o crescimento do “Vicentismo”, política feita para atender os anseios do povo de Paranaguá.

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